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O Mapa de Nogier e a Escola Francesa: Uma Visão Neuro-Embriológica da Orelha
No nosso último guia, navegamos pelo mapa auricular da Escola Chinesa, fundamentado na somatotopia do feto invertido. Agora, mergulhamos no sistema que revolucionou a auriculoterapia no Ocidente: o Mapa de Nogier, a base da Escola Francesa.Desenvolvido pelo médico Dr. Paul Nogier, este sistema não apenas mapeia o corpo, mas o organiza segundo uma lógica que nos é muito familiar: a embriologia e a neurofisiologia . É uma abordagem que transforma a orelha em um terminal do sist

Dr. Sergio Akira Horita
há 4 dias3 min de leitura


Guia Clínico de Consulta Rápida: O Mapa Auricular da Escola Chinesa
Na prática clínica, a agilidade para localizar pontos com precisão é tão crucial quanto a profundidade do conhecimento teórico. Após explorarmos os fundamentos da auriculoterapia, é hora de nos debruçarmos sobre a ferramenta mais essencial do nosso arsenal: o mapa auricular.Este artigo serve como um guia de referência rápida, focado no mapa da Escola Chinesa, o mais difundido e intuitivamente organizado segundo a lógica somatotópica de um feto invertido. O Conceito do Feto In

Dr. Sergio Akira Horita
há 7 dias3 min de leitura


Auriculoterapia na Visão da MTC: O Ouvido como Portal para o Equilíbrio do Corpo
Enquanto a ciência moderna nos oferece a compreensão neurofisiológica da auriculoterapia – o "hardware" que valida sua eficácia –, a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) nos fornece o "software": um sistema de pensamento profundo que explica o "porquê" por trás do "onde". Para transcender a aplicação mecânica de pontos, é essencial mergulhar na sabedoria que vê o pavilhão auricular como um portal para a homeostase do organismo.Neste artigo, vamos explorar os três conceitos fund

Dr. Sergio Akira Horita
há 7 dias3 min de leitura


Manejo de Efeitos Adversos: O Protocolo de Atuação Profissional na Ventosaterapia
Uma prática clínica de excelência não se define apenas pelo sucesso dos tratamentos, mas pela competência em manejar as intercorrências. Embora a ventosaterapia, quando bem indicada e executada, seja um procedimento seguro, efeitos adversos podem ocorrer. Estar preparado para identificá-los, manejá-los e, principalmente, preveni-los é o que diferencia um profissional. Este artigo apresenta um protocolo claro de atuação para os efeitos adversos mais comuns, transformando a teo

Dr. Sergio Akira Horita
31 de dez. de 20253 min de leitura


Além do "Pode ou Não Pode": Contraindicações Relativas e Precauções na Ventosaterapia
No universo da prática médica, as decisões raramente são binárias. Enquanto as contraindicações absolutas representam um claro "sinal vermelho", existe uma vasta zona cinzenta: as contraindicações relativas . Estas são situações em que a ventosaterapia não é estritamente proibida, mas exige uma análise de risco-benefício, precauções especiais e, acima de tudo, um profundo conhecimento técnico por parte do médico. Abordar estas nuances é fundamental para uma prática segura e p

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura


Contraindicações Absolutas: Quando a Ventosaterapia NUNCA Deve Ser Realizada
A ventosaterapia é uma ferramenta terapêutica valiosa quando indicada e aplicada corretamente. No entanto, sua segurança depende de uma premissa fundamental: o conhecimento profundo das situações em que o procedimento pode causar danos significativos, superando em muito qualquer potencial benefício. A identificação dessas "bandeiras vermelhas" é um pilar da prática médica responsável. Este artigo detalha as contraindicações absolutas da ventosaterapia, ou seja, as condições e

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura


Avaliação Clínica Pré-Ventosaterapia: O Que o Médico Deve Investigar?
A ventosaterapia, embora frequentemente percebida como uma técnica simples, é um procedimento terapêutico que exige uma avaliação clínica criteriosa para garantir sua segurança e eficácia. A decisão de aplicar os copos, escolher a modalidade (fixa, deslizante ou com sangria) e definir os parâmetros de tratamento não deve ser arbitrária. Ela deve ser o resultado de um raciocínio clínico baseado em uma avaliação médica completa. Este artigo detalha os componentes essenciais da

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura


Ventosaterapia com Sangria (Wet Cupping): Um Procedimento Médico Invasivo
Após discutirmos as técnicas não invasivas de ventosaterapia (fixa e deslizante), é imperativo abordar a modalidade mais complexa e controversa: a Ventosaterapia com Sangria (wet cupping ou hijama). Este método é um procedimento invasivo que envolve a escarificação (pequenas incisões superficiais) da pele, seguida pela aplicação de sucção para extrair uma pequena quantidade de sangue. Dada a sua natureza, este procedimento sai do campo das terapias complementares de aplicação

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20254 min de leitura


Ventosaterapia Deslizante (Moving Cupping): Uma Abordagem Dinâmica para Dor e Tensão Muscular
Dando continuidade à exploração da ventosaterapia como ferramenta clínica, este artigo foca na Ventosaterapia Deslizante, também conhecida como moving cupping. Diferente da técnica fixa, esta modalidade envolve o movimento do copo sobre a pele, combinando a pressão negativa da sucção com os efeitos mecânicos da massagem.Esta abordagem dinâmica é particularmente eficaz para tratar áreas musculares maiores e liberar restrições fasciais, sendo um recurso valioso na fisiatria e n

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20254 min de leitura


Ventosaterapia Seca (Fixa): Uma Ferramenta Terapêutica na Medicina da Dor
A ventosaterapia é uma técnica milenar, com registros em diversas culturas antigas, que foi modernizada e integrada a práticas terapêuticas contemporâneas, especialmente na Medicina Física e Reabilitação e no tratamento da dor. A modalidade mais estudada e utilizada no contexto ocidental é a Ventosaterapia Seca (Fixa), que consiste na aplicação de copos sobre a pele e na criação de um vácuo para gerar sucção.Este artigo técnico aborda as indicações, o método de aplicação, as

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20254 min de leitura


Ventosaterapia na Recuperação Pós-Exercício: Uma Análise Técnica para Profissionais de Saúde
A Dor Muscular de Início Tardio (DOMS) é uma consequência fisiológica comum após exercícios intensos ou não habituais, impactando diretamente o desempenho e a continuidade do treinamento de atletas e indivíduos ativos. Como profissionais que lidam com a reabilitação e a medicina esportiva, a exploração de terapias eficazes para acelerar a recuperação é um pilar da nossa prática. A ventosaterapia, com suas raízes na medicina tradicional, ressurge com um crescente corpo de evid

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20254 min de leitura


Ventosaterapia no Tratamento de Cefaleias Tensional e Cervicogênica: Uma Análise dos Mecanismos de Ação e Evidências
A cefaleia é uma das queixas neurológicas mais prevalentes na prática clínica, com a Cefaleia do Tipo Tensional (CTT) e a Cefaleia Cervicogênica (CC) representando uma parcela significativa dos casos. Enquanto a CTT está frequentemente associada a pontos-gatilho miofasciais e estresse em músculos pericranianos, a CC origina-se de disfunções nas estruturas ósseas e tecidos moles da coluna cervical. Em meio às abordagens terapêuticas, a ventosaterapia surge como uma ferramenta

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura


Ventosaterapia no Manejo da Fibromialgia: Mecanismos e Evidências
A fibromialgia (FM) é uma síndrome de dor crônica generalizada que representa um desafio clínico significativo. Sua natureza multifatorial, envolvendo dor, fadiga e distúrbios cognitivos, exige uma abordagem terapêutica integrada. Neste contexto, práticas complementares como a ventosaterapia ganham espaço. Este artigo revisa os mecanismos de ação propostos para a ventosaterapia e analisa as evidências científicas de sua aplicação como adjuvante no tratamento da FM. Mecanismo

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20254 min de leitura


Ventosaterapia em Lesões Musculares de Atletas: Evidências e Aplicação Clínica
A busca por modalidades terapêuticas que acelerem a recuperação e otimizem o desempenho é uma constante na medicina esportiva. Entre as práticas integrativas, a ventosaterapia (cupping therapy) tem ganhado notoriedade, sendo frequentemente utilizada por atletas de elite. Contudo, para o profissional de saúde, é imperativo ir além da popularidade e analisar os mecanismos fisiológicos e as evidências científicas que suportam sua aplicação.Este artigo foca na utilização da vento

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura


Ventosaterapia no Manejo da Dor Lombar e Cervical Mecânica: Uma Análise Crítica da Literatura Atual
A dor lombar e a cervicalgia de origem mecânica representam uma parcela significativa das queixas álgicas nos consultórios e serviços de reabilitação, impactando diretamente a qualidade de vida e a capacidade funcional dos pacientes. Nesse contexto, a busca por abordagens terapêuticas eficazes e seguras é constante. A ventosaterapia, uma prática milenar com raízes na Medicina Tradicional Chinesa, tem ressurgido como uma ferramenta complementar de grande interesse. Este artigo

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20254 min de leitura


Ventosaterapia para Síndrome Dolorosa Miofascial: Uma Abordagem Descompressiva para Pontos-Gatilho
A Síndrome Dolorosa Miofascial (SDM) representa um desafio clínico significativo, sendo uma das causas mais comuns de dor musculoesquelética. Sua marca registrada é a presença de pontos-gatilho (PGs) — nódulos tensos e hipersensíveis no tecido muscular que causam dor local e referida. Enquanto abordagens compressivas, como a terapia manual, são amplamente utilizadas, os estudos em anexo fornecem suporte para uma técnica com um paradigma oposto e complementar: a ventosaterapia

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura


Ventosaterapia e Medicina Tradicional Chinesa: Desvendando os Mecanismos Energéticos
Enquanto a ciência ocidental contemporânea investiga a ventosaterapia através de marcadores bioquímicos e respostas neurofisiológicas, a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) oferece um paradigma funcional e energético, refinado ao longo de milênios de prática clínica. Compreender esta perspectiva não é apenas um exercício histórico; é uma forma de acessar uma rica camada de diagnóstico e raciocínio clínico que explica por que a técnica funciona em cenários tão diversos. Na MTC,

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura


Mecanismos de Ação Fisiológicos da Ventosaterapia: A Ciência por Trás da Pressão Negativa
Para muitos profissionais de saúde, a ventosaterapia permaneceu por muito tempo no campo da medicina empírica. No entanto, o crescente corpo de pesquisas científicas começa a decodificar os complexos mecanismos neurofisiológicos, mecânicos e bioquímicos desencadeados pela aplicação de pressão negativa nos tecidos. Compreender esses mecanismos é fundamental para integrar a técnica de forma racional e baseada em evidências na prática clínica moderna. 1. Efeito Neurofisiológico:

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura


A Jornada da Ventosaterapia Através dos Séculos: Das Civilizações Antigas à Prática Clínica Moderna
Quando vemos as marcas circulares da ventosaterapia em atletas de elite, é fácil pensar nela como uma inovação recente. No entanto, estamos observando, na verdade, o ressurgimento de uma das práticas terapêuticas mais antigas e geograficamente difundidas da humanidade. Para o profissional de saúde, compreender essa jornada histórica não é apenas uma curiosidade, mas uma forma de contextualizar uma técnica que sobreviveu ao teste do tempo por sua eficácia empírica. 1. As Orige

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura


Ventosaterapia na Prática Clínica Moderna: Evidências e Aplicações para Profissionais de Saúde
A ventosaterapia, uma prática com raízes em diversas culturas antigas, tem ressurgido no cenário da saúde ocidental, não mais como uma terapia alternativa isolada, mas como um recurso complementar e integrativo. Para o profissional de saúde cético e criterioso, a questão fundamental não é a sua antiguidade, mas sua plausibilidade biológica e eficácia clínica. Felizmente, a ciência moderna começa a decodificar os mecanismos de ação que validam o seu uso, posicionando-a como um

Dr. Sergio Akira Horita
30 de dez. de 20253 min de leitura
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