Cavalinha


O INTUITO DA POSTAGEM É EDUCACIONAL E SE BASEIA NOS CONHECIMENTOS DA MEDICINA TRADICIONAL. A AUTO-MEDICAÇÃO DEVE SER EVITADA E A AVALIAÇÃO MÉDICA É DESEJÁVEL ANTES DE SE UTILIZAR AS PLANTAS MEDICINAIS.


A cavalinha é um arbusto perene com caule rizomatoso, distribuído no hemisfério norte. Podem ser com caules estéreis e férteis. Os estéreis começam a crescer depois que os férteis surgem e tendem a ser mais longos e mais espessos. Esses segmentos contêm um conjunto de ramos eretos, de até 20 segmentos e com comprimentos de 5 a 50 cm. Os férteis tendem a ter metade do comprimento dos estéreis e a ser mais suculentos.


Nome científico: Equisetum arvense

Nomes comuns: cavalinha, cavalinha-dos-campos

Parte da planta usada: caules

Composição: flavonóides, fenol, minerais

Ação farmacológica: cicatrizante, diurético, mineralizante

Indicações: edemas, infecções urinárias, feridas, cicatrizes

Contra-indicações: alergia a algum dos seus componentes


Modo de emprego: ferver 250mL de água com 2 colheres de chá de cavalinha por 10 minutos. Tomar 3 xícaras por dia. Beber pelo menos 2 litros de água por dia. Também pode estar disponível em cremes e preparações para venda em farmácias.


Um estudo avaliou o uso da cavalinha combinado com a Crataeva nurvala e a Lindera aggregata mostrou ser benéfico para os sintomas de bexiga hiperativa e incontinência.


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Referências bibliográficas:

  1. López PM. Manual práctico de fitoterapia. Descripción de las plantas medicinales y preparación de remédios naturales. Guíasprácticas Nº 4. Plantasmedicinales.net, 2017

  2. Schoendorfer N, Sharp N, Seipel T, Schauss AG, Ahuja KDK. Urox containing concentrated extracts of Crataeva nurvala stem bark, Equisetum arvense stem and Lindera aggregata root, in the treatment of symptoms of overactive bladder and urinary incontinence: a phase 2, randomised, double-blind placebo controlled trial. BMC Complement Altern Med 2018 Jan 31;18(1):42. doi: 10.1186/s12906-018-2101-4.

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