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O Racional da MTC para Náusea e Vômito Pós-Quimioterapia: Uma Perspectiva para Profissionais
Enquanto a abordagem biomédica para a Náusea e Vômito Induzidos por Quimioterapia (NVIQ) foca no bloqueio de receptores neuroquímicos, a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) oferece um diagnóstico funcional, analisando como a quimioterapia perturba a fisiologia energética do corpo. Compreender este racional é essencial para aplicar a acupuntura de forma estratégica, visando não apenas o controle do sintoma, mas o fortalecimento da constituição do paciente. O diagnóstico central

Dr. Sergio Akira Horita
11 de nov.3 min de leitura


Acupuntura no Manejo da Náusea e Vômito Induzidos por Quimioterapia: Uma Abordagem Baseada em Evidências
A Náusea e Vômito Induzidos por Quimioterapia (NVIQ) continua sendo um dos efeitos adversos mais debilitantes do tratamento oncológico, impactando severamente a qualidade de vida, o estado nutricional e a adesão do paciente à terapia. Embora os regimes antieméticos modernos sejam altamente eficazes, uma parcela significativa dos pacientes ainda experimenta NVIQ, especialmente nas fases tardias. Neste contexto, a acupuntura se estabelece não como uma terapia complementar, mas

Dr. Sergio Akira Horita
11 de nov.3 min de leitura


O Racional da MTC no Manejo da Náusea e Vômito Pós-Operatório
Enquanto a ciência biomédica atribui a Náusea e Vômito no Pós-Operatório (NVPO) à estimulação da zona de gatilho quimiorreceptora e do centro do vômito por anestésicos e outros fatores, a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) oferece uma perspectiva diagnóstica complementar, focada na dinâmica do Qi (Energia Vital) no sistema digestivo. Compreender este racional permite ao profissional aplicar a acupuntura com intenção e precisão, otimizando os resultados clínicos. O diagnóstico

Dr. Sergio Akira Horita
11 de nov.3 min de leitura


Acupuntura na Prevenção e Tratamento da Náusea e Vômito no Pós-Operatório: Evidências e Protocolo Clínico
A Náusea e Vômito no Pós-Operatório (NVPO) é uma das complicações mais comuns e angustiantes para o paciente cirúrgico, com uma incidência que pode variar de 30% a 80% em populações de alto risco. Além do intenso desconforto, a NVPO pode levar a desfechos clínicos adversos, como desidratação, desequilíbrio eletrolítico, deiscência de sutura e aumento do tempo de internação. A profilaxia farmacológica é a base do manejo, mas nem sempre é completamente eficaz e não está isenta

Dr. Sergio Akira Horita
11 de nov.3 min de leitura
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