Dente-de-leão


O INTUITO DA POSTAGEM É EDUCACIONAL E SE BASEIA NOS CONHECIMENTOS DA MEDICINA TRADICIONAL. A AUTO-MEDICAÇÃO DEVE SER EVITADA E A AVALIAÇÃO MÉDICA É DESEJÁVEL ANTES DE SE UTILIZAR AS PLANTAS MEDICINAIS.


O dente-de-leão é, geralmente, considerada uma erva daninha, suas folhas são consumidas em saladas, além de suas propriedades medicinais. Esta planta perene, anual e perene com raiz principal e roseta basal, geralmente não atinge mais de 40-50 cm. Possui folhas alternadas, sem pecíolo diferenciado, pinatipartadas com lóbulos triangulares com margens irregulares e agudas. Pedúnculos da inflorescência ocos. Flores hermafroditas de cor amarelo dourado que a tornam facilmente identificável. Corola em lígulas terminando em cinco pequenos dentes. O fruto é uma cipsela ou aquênio com pappus.


Nome científico: Taraxacum officinale

Nomes comuns: dente-de-leão

Parte da planta utilizada: a planta inteira.

Composição: triterpeno, fitosterol, inulina, minerais.

Ação farmacológica: digestiva, diurética, prebiótica.

Indicações: perda de apetite, dispepsia.

Contra-indicações: distúrbios biliares.


Modo de emprego: aquecer 1/4 litro de água até ferver. Adicionar 2 colheres de chá de dente de leão e deixar descansar por 15 minutos. Tomar 3 xícaras por dia antes das refeições.


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Referências bibliográficas:

  1. López PM. Manual práctico de fitoterapia. Descripción de las plantas medicinales y preparación de remédios naturales. Guíasprácticas Nº 4. Plantasmedicinales.net, 2017


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