Aspectos existenciais e humanistas na abordagem da pessoa com dor crônica



O atendimento deve ser centrado na pessoa com dor crônica. Neste tipo de atendimento, os

profissionais de saúdesão estimulados a admitir as perspectivas do paciente, respeitar

suas escolhas e, continuamente, avaliar seus valores e metas.

Evidentemente, os maiores desafios netes tipo de atendimento, acontecem quando o paciente

define como o tratamento exitoso, aquele que é muito exigente e difícil de ser atingido.

Nestes casosm, há necessidade de controle das expectativas com orientações persistentes e

comunicação com compreensão e compaixão.


A abordagem não patológica consiste em reduzir a rotulagem de pensamentos, emoções e

comportamentos como patológicos nos serviços de saúde. Em algumas situações, as respostas

emocionais e determinados pensamentos são uma reação natural frente a determinado insulto.

Reconhecer os sentimentos e pensamentos, e ensinar a pessoa a identificá-los permite

ajudar a reduzir as reações ineficazes para lidar com a dor, contribuindo para a melhora

dos sintomas e da qualidade de vida.


Dependendo de como a pessoa enxerga a sua dor, ela pode ter mais sofrimento ou melhorar a

capacidade de tolerância à dor. Pessoas que melhoram sua autopercepção e autoconhecimento,

que adotam o lócus de controle da saúde intenro e que adaptam o comportamento para

maximizar ações alinhadas a seus valores, podem encontrar mais sentido pessoal no

tratamento, colaborando para seu restabelecimento.


#dormiofascial #pontogatilhomiofascial #dor #dorcrônica #dormuscular #reabilitação

#fisiatria


Referência bibliográfica:

Donnelly, JM. et al. Dor e disfunção miofascial de Travell, Simons & Simons. Manual de

pontos-gatilho. 3ª edição. Artmed. Porto Alegre. 2020

5 visualizações

Todos os Direitos Reservados ©2019 by medicofisiatra.com.br. Para uso de algum dos conteúdos entrar em contato conosco.